Log in
Real Confraria do Maranho Tel:+351 931108832  E-Maill
cc10.jpg aa1.jpg cc1.jpg cc2.jpg cc3.jpg cc11.jpg cc4.jpg cc12.jpg
A+ A A-

Origem e História da Confraria

Conscientes da necessidade de preservação dos produtos endógenos de Pampilhosa da Serra, nomeadamente o Maranho, em 2001, surgiu um grupo de pampilhosenses, decidido a levar por diante um projecto de constituição duma Confraria, cuja razão de ser seria aquele objectivo.

Assim, no dia 19 de Março de 2003, Hermano Manuel Gonçalves Nunes de Almeida, António Sérgio de Brito Martins, José Ramos Mendes, Aníbal Gama Dias Pacheco, José Gonçalves do Espírito Santo, Armindo Francisco Mendes, Albino Vaz Dias Barata, Jorge Alves Custódio, Silvério Simões Gonçalves, Jaime Augusto Simões Durão, João Manuel de Matos Ramos, Augusto Fernandes de Almeida, José de Jesus Martins, Américo Emílio de Almeida, José Alberto Pacheco Brito Dias, compareceram, no Cartório Notarial de Pampilhosa da Serra, perante a Licenciada Ana Cristina Gonçalves Marques Paixão, como outorgantes, para constituírem uma associação de direito privado, com a denominação de Real Confraria do Maranho.

Conforme consta dos seus Estatutos, “é uma associação cultural sem fins lucrativos”, “tem âmbito nacional”, “tem por fim específico o levantamento, defesa e divulgação do Património Gastronómico da Região das Beiras em geral e em especial do Maranho” e propõe-se “apoiar a elaboração e divulgação de trabalhos sobre a Gastronomia Regional e em especial do Maranho, designadamente sobre a sua história e antigas técnicas de confecção”, sem esquecer a sua responsabilidade de solidariedade social, destinando, do saldo da conta de administração, “vinte por cento para doação a obras sociais a determinar pela Assembleia Geral, devendo ser dada preferência a obras ligadas à infância ou à terceira idade”.

Tem sede na vila de Pampilhosa da Serra, concelho, com escassa densidade populacional, situando-se, mais ou menos, a meio da distância, entre Coimbra e Castelo Branco. O Índice de Envelhecimento é três vezes superior à média nacional e o Índice Demográfico situa-se 50% abaixo da média de Portugal. O solo é bastante montanhoso, e tem uma rede hidrográfica importante, destacando-se os rios Zêzere, Ceira e Unhais, onde pontuam as barragens do Cabril, Ceira e Santa Luzia.

Conforme se pode ler em “Real Confraria do Maranho – História e Tradição”, de Mário Nunes e José do Espírito Santo, a génese da Real Confraria do Maranho, como a das outras Confrarias, remonta às Confrarias Medievais, que assentavam “em princípios de solidariedade e de sociabilidade, em que os fins religiosos e assistenciais modelaram, inicialmente, a sua existência.

As transformações políticas e sócio-culturais, decorridas ao longo dos séculos, motivaram alterações nos comportamentos e condutas sociais das populações. Com o aparecimento das democracias de cariz ocidental, deu-se uma valorização do património cultural, como algo identificador das comunidades e das nações. Criou-se, assim, o ambiente propício ao aparecimento de instituições de cidadãos, para promoverem a inventariação, salvaguarda e revitalização da herança cultural, que estivera em vias de extinção. É neste cenário que surgem as Confrarias Gastronómicas, actuando na área do património gastronómico nacional, para a sua salvaguarda e promoção.

Tem sido nesta política que a Real Confraria do Maranho tem envidado todos os esforços e concentrado a sua atenção na divulgação, salvaguarda e valorização do Maranho, que é o prato mais tradicional do cardápio culinário do Concelho de Pampilhosa da Serra.

 

Em Linha

Temos 33 visitantes e 0 membros em linha

Estatisticas

Acessos a Artigos
63662

Menu de Utilizador

Log in or Sign up

Este Website usa Cookies consulte as nossa Política e Privacidade .. Ver ..